MAR DE MORROS

domingo, 24 de abril de 2011

PREZADO(A) USUÁRIO(A)

Eu excluí do blog as músicas de autores consagrados por precaução, pode dar problema na questão de direito de interpretação, sendo assim, conto com a sua compreensão.
Abraços,
Anibal Werneck de Freitas, em 24/04/2011.


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sábado, 23 de abril de 2011

O ALTO PREÇO DE SER HOMEM



O ALTO PREÇO DE SER HOMEM (Anibal Werneck de Freitas) Me tomaram as janelas acesas, / Faróis de vida nas noites mortas / De minha cidade. / Me tomaram o canto das cigarras, / Gravação natural, / Hino da minha liberdade. / Me tomaram o vento nas folhas, / Acalanto sereno que refresca / A minh’alma. / Me tomaram todas as forças /  Vida feliz que alicerçava / A minha calma. / De tudo isso uma coisa / Não me tomem, / Pagar bem caro o alto preço / De ser homem.

Do álbum LUA NUA, 1985.
Registro nº 48.905, livro 15, pela UFRJ, Escola de Música, 20/02/1989. 

Se dez vidas tivesse, dez vidas daria, Após proferir estas palavras, Tiradentes beijou as mãos do carrasco.
No momento em que agonizava suspenso pela corda no pescoço, o carrasco apiedou-se, pulou no seu corpo  para abreviar-lhe o  sofrimento. 

ECILA VIII

 

ECILA VIII (Anibal Werneck de Freitas) Meu amor é como o rio. / Corre para o mar, / Corre para o mar, / Corre para o mar / Do meu coração. / Meu amor é como o livro / Pronto a ensinar, / Pronto a ensinar, / Pronto a ensinar / Todo o Xangrilá. / Ecila, Ecila, Ecila, Ecila, / Ecila, Ecila, Ecila, Ecila...



Vídeo, Anibal Werneck & Alice Machado.
Voz e violão, Anibal.
Teclado, Zezinho.
Gravação, 1987, em fita K-7, álbum, MINEIRO PAU.


O amor não se explica, se sente.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

EU, MESTRE, COMPANHEIRO, CAMINHO



EU, MESTRE, COMPANHEIRO, CAMINHO (Anibal Werneck & Gildo Pereira) Quem é meu mestre? / Senão eu mesmo. / Quem é meu companheiro? / Senão eu mesmo. / Quem é o caminho? / Senão eu mesmo. / Não me pus os pés; / É preciso pés no caminho / Antes que eles pisem o solo. / Quem é meu mestre? / Quem é meu companheiro? / Quem é o caminho? / Sou o mestre e eu mesmo, / O companheiro e eu mesmo, / O caminho e eu mesmo. / Sou eu, mestre, companheiro e caminho. / Sou  eu, mestre, companheiro e caminho.

Voz e violão, Anibal Werneck, gravação de 2005.

Meu amigo e parceiro Gildo deixa bem claro que o melhor caminho está em nós, na nossa estrada interior, ninguém sabe melhor que a gente, por isso, segundo ele, devemos ser o nosso eu, o nosso mestre, o nosso companheiro e o nosso caminho.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

DOCE PAIXÃO



DOCE PAIXÃO (Anibal Werneck - Celso Lourenço) Favo de céu e lua sã. / Claro suor da manhã. / Carro-de-boi  riscando o dever / Lá na serra do querer. / Há de correr o risco, / Há que viver o chão. / Dever, querer pode fruto não ter / Essa doce paixão.

Voz e violão, Anibal.

Quando ouço esta canção, eu me imagino num carro de boi, numa estrada de chão, subindo e descendo morro, com o céu azul de nuvens brancas, ouvindo o cantar do eixo ajustado na roda, e dando ordem aos bois, Moreno, Esquadro, Malhado...

sábado, 16 de abril de 2011

FINGINDO


FINGINDO (Anibal Werneck – Ronaldo Ferraz) O vento baixinho, fininho, / Fingindo te amar te fere. / A terra rachada, molhada, / Fingindo te amar te fere. / O sol, forte, com sorte, / Fingindo te amar te fere. / O mar bravio, sombrio, / Fingindo te amar te fere. / E eu gritando, xingando, / Fingindo odiar te quero. / E eu gritando, xingando, / Fingindo odiar te quero. 
  
Anibal, violão e gaita.

As aparências sempre nos enganam, tudo aquilo que parece suave, sempre achamos ser coisa boa, todavia, na maioria dos casos é puro fingimento, porque quem gosta, briga, grita e implora, sinal de que faz parte realmente de sua vida, só quem ama luta com garra pelo seu amor. 

sábado, 9 de abril de 2011

NÓS



NÓS (Anibal Werneck - Armindo Torres)  Procuro no escuro na tela proponho. / Me ligo em versos nas coisas de antanho. / Sublinho o sonho esqueço as derrotas / E nesta me ponho ao som desta rota. / Mas quando me lembro que és o meu tanto, / Me deixo levar pelo bosque do encanto. / Se às vezes encontro tua voz tão macia, / Esqueço minha vez, minha vez tão vazia. / Esbarro em nós dois, relembro tua voz. / Me escapo de mim, me lembro de nós. / Esbarro em nós dois, relembro tua voz. / Me escapo de mim, me lembro de nós. / De nós, de nós...

Voz & teclado, Anibal Werneck de Freitas.

O amor entre um homem e uma mulher é a mola contínua da evolução da espécie humana, por trás de tudo isso está uma força inteligente imanente que muitos denominam Deus, não importa como ele é, até porque está acima da nossa compreensão, o que importa é o mundo em que vivemos, pois a Natureza parece ser sua maior obra, uma obra inacabada, sempre se aprimorando.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

DIVAGANDO



DIVAGANDO  (Anibal Werneck - Armindo Torres) Hoje é tarde muito tarde / Pra querer o que não fiz. / Já não tenho o que era meu / Nunca mais serei feliz. / Eu me fui no tempo / Sem me encontrar. / Eu me fui no tempo / Sem me encontrar. / Ando à cata de uma história / Pra contar o que perdi. / A esperança foi-se embora / Nunca mais voltou aqui. / Eu me fui no tempo / Sem me encontrar. / Eu me fui no tempo / Sem me encontrar. / Esta dor que é tão minha / Não reparto com ninguém. / Eu queria outra vida / Pra pensar no que ainda vem. / Eu me fui no tempo / Sem me encontrar. / Eu me fui no tempo / Sem me encontrar. 

CD, NÓS / TREM NOTURNO, 1996.
Teclado, violão e voz, Anibal Werneck de Freitas.

Devemos todos os dias buscar o melhor para o nosso próximo, porque tudo aquilo que fazemos aqui, aqui recebemos a paga, por isso, ser bom não nos custa nada e depois, não temos nada a perder, este cuidado é importante pra não se arrepender depois, o remorso é realmente uma dor terrível em nossa alma.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

DA JANELA


DA JANELA (Anibal Werneck & Armindo Torres) Fragmentos de pessoas... / Não me falam de uma paz... / Manchas de óleo no asfalto... / Sentimento tão fugaz... /Não encontro o interior / Que sistema vou seguir? / Os mendigos na calçada / Dão desejo de fugir. /  Olhando um tristonho amanhecer / Dores não conservam um segredo / Na minha vontade de viver / Cores ao reservas do meu medo. / Minha meta, meu escudo: / Tomo o tempo num abraço / Vivo a vida num minuto / Pés no chão, sonho no espaço. / Não me perco em som que se desfaz / Pesquisando um som inaudível. / Eu, olhos descalços de ilusões / Procurando ver o invisível. 

CD, NÓS / TREM NOTURNO, 1996, voz, violão e teclado, Anibal W. de Freitas.

Da janela, o mundo parece estar numa tela, dela, descortinamos a realidade do mundo, ela nos leva a refletir, porque nos proporciona uma posição cômoda, até mesmo contemplativa, levando a gente ao devaneio, mas sempre despertado pelo barulho da rua, apontando a realidade do mundo. Da janela, procuramos tudo, até o que não existe, pois o espírito humano é feito de infinitos infinitos, já dizia o filósofo brasileiro Raimundo Farias de Brito, no século XIX.