MAR DE MORROS

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

ANIBAL & ANTONIO ARMINDO - 1976


vasculhando o meu arquivo, descobri uma fita k-7, gravada em 1976, eis aí a razão importante pela qual devemos guardar nossos registros para depois fazer uma avaliação sobre eles, fazendo com que se tornem sempre presentes.
à base de voz e violão, eu canto as músicas que fiz de parceria com o antonio armindo que usava na ocasião o pseudônimo de armindo de castro.
LSD FEMININO é a primeira música que trata a respeito das drogas, tão comuns entre os jovens, embora a letra não se refere propriamente ao entorpecente e sim, à mulher.
as demais canções da fita: REFLETINDO, CONCLUINDO, SIM, DIVAGANDO, O QUE SERÁ DO EMBRIÃO?, DA JANELA..., PRA VOCÊ, MEU VELHO!, A PEÇA, INFÂNCIA, NÓS, EI, ESPERE!, EPITÁFIO NO PARTICÍPIO PRESENTE, o autor da letra (armindo de castro) faz uma autobiografia, retratando-a com outras palavras.
já em, LENA, DA JANELA DO PAPA e O ÚLTIMO TREM, ele faz uma crítica histórica e filosófica, buscando sempre respostas.
esta fita está estruturada nas letras do armindo de castro, hoje, armindo torres, musicadas por mim.
na capa da fita k-7, estão eu e o antonio armindo, em plena juventude.
anibal werneck de freitas.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

SOMBUQUE 50 - O ÚLTIMO? - ANIBAL WERNECK - 2012, 2013, 2014 e 2015
















2012, 2013, 2014 e 2015, anos difíceis ainda sentindo muito a falta do meu pai, mesmo assim consegui fazer duas músicas que me chamaram a atenção, QUE DEUS É ESTE?, onde intensifico a minha incredulidade questionando a escravatura nas Minas Gerais do ouro, e, ESTADIO CHILE, letra do cantor revolucionário Victor Jara que morreu tragicamente na ditadura chilena que gostei e musiquei, quanto às demais, não tenho nada a dizer.
Será realmente o último álbum?, pelo visto creio que sim, tudo tem o seu limite e, ultimamente, as coisas têm ficado muito difícil, tenho encontrado muita dificuldade para conseguir um espaço para tocar, não sei se isso tem a ver com a minha idade, vivemos numa sociedade preconceituosa, o ser humano não evoluiu o bastante, creio que nem vai evoluir o suficiente para se tornar um ser iluminado, as pessoas estão muito apegadas ao novo, o velho já era, deveria ser o contrário, a qualidade por sua vez deixa a desejar, não importa, o que importa é o novo e, deste jeito, caminha a humanidade, infelizmente, a maioria pensa deste modo, por isso dou muita credibilidade à frase, 'a maioria é burra', se eu entrar num recinto lotado de gente, 99% não é coisa boa, na época de galileu apenas uma minoria ínfima acreditava que a terra não era plana, até hoje tem muita gente que não acredita que o homem pisou na lua, é isso aí.

O ÚLTIMO? - ÁLBUM MUSICAL 50:

479 - QUE DEUS É ESTE? (anibal werneck de freitas)
480 - LEMBRANÇAS 2 (anibal - armando - lenira)
481 - DESEJO E ALMEJO (anibal werneck de freitas)
482 - TOLO DEMAIS (anibal werneck de freitas)
483 - ESTÁDIO CHILE (anibal werneck - victor jara)
484 - OLHE PRA MIM (anibal werneck de freitas)
485 - A PEDAGOGIA DO AÇO (anibal werneck - pedro casaldáliga
486 - TANTUM ERGO SACRAMENTUM (melodia de anibal)
487 - O GUERREIRO DENTRO EM MIM (anibal w. f.)

anibal werneck de freitas.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

AOS MEUS AMIGOS: OS SELENITAS - 1967




















AOS MEUS AMIGOS: OS SELENITAS, meu segundo álbum musical, do ano de 1967, gravado em fita K-7, no dia 4 de fevereiro de 1983, em Recreio(MG). Como o título indica, foi uma homenagem ao conjunto de yé, yé, yé, que fez o maior sucesso na ocasião em que as composições foram feitas. A sede do Recreio E. C. ficava sempre lotada nas apresentações. Entre as músicas da Jovem Guarda, três composições minhas eram também executadas: Não Encontrei, Gato Branco e Por Ti. A última era de parceria com o Sílvio César e foi o maior sucesso, todo mundo sabia cantá-la.
Os Selenitas tiveram três formações: Anibal (baixo), Sebastião (base), Roberto (bateria) José Rosa (solo) e o saudoso Julinho (gaita). Depois: Antônio Dias substituiu o José Rosa. Finalmente: Anibal (baixo), Sebastião (solo), Roberto (bateria) e Theotônio (base).
Na foto abaixo, da esquerda para a direita: Sebastião, José Rosa, Anibal e Roberto.













AOS MEUS AMIGOS: OS SELENITAS - 1967:

012 - EU NASCI PRA TE AMAR (balada).
013 - TUCANLINO E SUA VALSINHA (valsa).
014 - GATO BRANCO (yé, yé, yé).
015 - ONDA DE LASCAR (yé, yé, yé).
016 - QUANDO VOCÊ PASSAVA NO BLOCO DE FANTASIA (samba).
017 - ECILA (balada).
018 - MEU MUNDO PEQUENINO (marcha).
019 - ALICE, SOMENTE ALICE (baião).
020 - MAIS PENSO, MAIS SOFRO (balada).
021 - SEMPRE QUE VEJO VOCÊ (balada).
022 - SOU QUADRADÃO (yé, yé, yé).
023 - TUCANLINO, O DETETIVE (valsa).
024 - NÃO CORRA MEU BENZINHO DE LAMBRETA (yé, yé, yé).

*Todas as músicas são de minha autoria.

anibal werneck de freitas.

sábado, 3 de janeiro de 2015

ONDA MUI JOVEM - 1965/1966














Tudo começou em 1965 quando compus a minha primeira música, um samba chamado, OS FAVELADOS. Uma música de cunho social que contestava, AVE MARIA NO MORRO, de Herivelto Martins, na qual dizia, "Pois quem mora lá no morro/ Já vive pertinho do céu". Digo isso porque em, Os Favelados, registrei: Pois quem vive no morro/ Não vive pertinho do céu.
Sendo assim, nos anos de 1965 e 1966, montei uma coleção intitulada, ONDA MUI JOVEM, mesclando samba, balada e yé,yé,yé. As composições foram gravadas numa fita K-7, em 31 de janeiro de 1983, em Recreio(MG), como o meu primeiro álbum. Na ocasião começaram a surgir gravadores portáteis facilitando assim o trabalho. As composições musicas também estão registradas em partituras com cifras para violão e gráficos para toni cítara.

ONDA MUI JOVEM - 1965/1966

001 - OS FAVELADOS*
002 - PENSAMENTO*
003 - A IDA*
004 - NÃO ENCONTREI!*
005 - QUERIDA*
006 - HISTÓRIA TRISTE*
007 - JANGADEIRO*
008 - NESTA ONDA EU NÃO CAIO*
009 - QUEM AMA NÃO FALA*
010 - É NATAL, NATAL, NATAL!*
011 - SAUDADE NÃO EXISTE?*

* Todas as músicas foram gravadas no sentido Voz e Violão pelo autor.