Graças à minha prima, Odete Moreira da Fonseca (in memoriam), esta música, QUAND'EU MORRER, foi resgatada na íntegra. Ela era muito cantada pelo meu avô paterno, Francisco Felipe de Freitas, com o seu violão. Sua alma era a de um boêmio nato. Deste modo, em sua memória, resolvi cantá-la, também.
Continuando a minha sequência Voz & Violão, segue, agora, Trenzinho Caipira, de Villa-Lobos, música que continua presente em todas as gerações desde quando foi criada. Trenzinho Caipira foi e continua sendo interpretado por muita gente.
Esta música conheci através de um disco do Ray Conniff, no início dos anos 60. A melodia bateu forte e eu nunca mais a esqueci. Sendo assim, resolvi fazer uma gravação caseira no estilo Voz e Violão.
Todas as vezes que chegava um disco novo dos Beatles, o Geraldinho (Geraldo Damasceno) me chamava. Suas correspondentes inglesas lhe enviavam discos que ainda não tinham sido lançados no Brasil. Um deles foi Abbey Road, aquele da foto famosa dos Beatles atravessando a rua. Pois bem, lembro-me que adorei o álbum, mas a canção, SOMETHING, de George Harrison, foi a que mais me chamou a atenção.
A ternura é a verdadeira arma contra as adversidades da vida, através dela atingimos a montanha com mais facilidade. Uma vez na montanha, ela nos leva a observar o horizonte com mais certeza de prosseguir o caminho com passos firmes para atingir o nosso objetivo. Por isso, antes de ser um leão, precisamos ser um leãozinho. anibal werneck de freitas.
Esta música introspectiva de Milton Nascimento, Lô Borges e Marcio Borges foi feita pra ser curtida cotidianamente no finalzinho da tarde, vendo surgir as primeiras estrelas anunciando que mais um dia vai passando.
Esta música na minha voz e violão, me marcou muito na juventude e todas as vezes que a interpreto, é como um sino que me chama a atenção para um mundo claro e definido, um mundo sem sombras, onde nada se encontra escondido, apenas uma estrada serpenteando sob a luz do sol, convidando-me para participar desta natureza forte e cheia de cores e amores, é isso aí. anibal werneck de freitas.