quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ACATO



ACATO (Anibal Werneck de Freitas) Rasgo os meus pés / No duro da terra. / Curo o vazio perdido / Lá na taberna. / Parto as minhas mãos / No frio da Lua. / Saro o amor escondido / No meio da rua. / Afogo a minha cabeça / No peso do mar. / Salvo o sexo vadio / No acato do lar. / Afogo a minha cabeça / No peso do mar. / Salvo o sexo vadio / No acato do lar. 

Voz e Violão, Anibal.
Violão, Celso Lourenço. 
Registro nº 48.901, Livro 15, UFRJ, em 20/02/1989. 

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