segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

LUARAMADA



LUARAMADA (Anibal Werneck de Freitas) O luar sem a minha amada, / No céu desponta a alvorada / Brincando no azul, estrelas / Lembrando a minha fada. / O clarão busca o arrebol / Que vem antes do sol / E a força bruta da manhã / Exala um cheiro forte de maçã. / E eu, fiel trovador, / Com meu violão / Traço líricas notas / Nas cordas do coração. / Como sangue a brotar, / Triste sai meu cantar / E junto com a claridade / canto a voz da saudade.

Sempre tive a vontade de compor uma valsa, daquelas dos tempos de outrora, e acho que consegui algo parecido com LUARAMADA, deste modo, aí está o resultado. É uma pena que hoje a seresta anda praticamente esquecida, será que não existe mais romantismo, eu, particularmente, tenho uma opinião contrária, o romantismo existe, o problema é que a cada dia que passa, o tempo fica mais curto, a tecnologia com suas máquinas maravilhosas nos absorve dia e noite, é isso aí.

Voz e Teclado, Anibal. 

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